segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Dialogando...
Filho: Pai, o que é a Páscoa?
Pai: É uma festa religiosa.
Filho: Igual ao Natal?
Pai: É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus enquanto que na Páscoa comemora-se a sua ressurreição.
Filho: Ressurreição? O que´é isso?
Pai: É voltar a viver depois de ter morrido.
Filho: Pai, Jesus era coelho?
Pai: Coelho? Claro que não. Porquê coelho?
Filho: Oh pai, mas então o pai do céu não é Deus?
Pai: Pois... Jesus e Deus é a mesma coisa.
Filho: E o Espirito Santo? Também é Deus?
Pai: É a Trindade: o pai , o filho e o espirito santo.
Filho: É o Espirito Santo, no caminho do Algarve?...
Pai: NÃO!!! mas o que é que tem a ver o caminho do Algarve???
Filho: Então... o Espirito Santo é aquela terra que fica no caminho do Algarve. Sempre que vamos de férias passamos lá...
Pai: Não queres ir ver televisão?
Filho: Não, não me apetece. Oh pai, mas então se Jesus não é coelho, quem é o coelho da páscoa?
Pai: Ora, sei lá eu...boa pergunta! Se calhar é uma espécie de pai Natal que, em vez de trazer prendinhas traz ovinhos.
Filho: Os coelhos põem ovos???
Pai: NÃO , NÃO PÕEM OVOS. Vai lá então ver televisão.
Filho: Então...devia ser a galinha da Páscoa... não achas pai?
Pai: Pois... se calhar tens razão.
Filho: Oh pai, então Jesus morreu em que dia?
Pai: Morreu na Sexta feira Santa.
Filho: Ma em que dia e em que mês?
Pai: Bem, não sei bem...morreu numa Sexta feira...e, ressuscitou ao fim de três dias... no Sábado de Aleluia!
Filho: Então...morreu numa Sexta feira e ressuscita num Sábado...onde é que ficam os três dias? Sábado é no dia seguinte...
Pai: Pois...
Filho: Ou seja, se calhar está confundido... deve ter morrido numa Quarta feira.
Pai: Não, morreu numa Sexta feira e por isso temos a Sexta feira Santa. ESPERA... também há a Quarta feira de Cinza... bem, até eu já estou todo baralhado... Não queres ir ver televisão? Vai lá, estão a dar os teus bonecos preferidos, vai lá então!
Filho: Oh pai, só mais uma coisa...
Pai: Diz lá.
Filho: Jesus era Jesus quê?
Pai: Jesus Cristo.
Filho: Só?
Pai: Sim, porquê?
Filho: Estava aqui a pensar...se calhar também tinha coelho de apelido... assim já se percebia o coelho da Páscoa, não achas?
A competência das Conservatórias do registo predial

Escrituras públicas

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Mais um a fonte de receita

A mesma realidade, diferentes olhares

O problema das estatísticas é que, apesar de pretenderem mostrar a realidade, acabam por a encobrir. Uma pessoa que coma dois pães e outra que passa fome dá a média de um pão por pessoa. Repare-se: A realidade mostra que uma passa fome, mas a estatística indica que cada uma dispõe do minimo para sobreviver. Foi mais ou menos este pensamento que há dias me sobreveio quando ouvi dizer que o Primeiro Ministro reagiu com muita satisfação aos números do INE que, apontam para o crescimento da ecónomia de 1,9 Por cento no ano passado. A oposição em peso desvaloriza os dados e aconselha o Governo a olhar para questões como o crescente número de desempregados. Se formos dividir o total do dinheiro que circula por todos os cidadãos, até poderá perfazer uma média aceitável por cada um. O problema é que uns usufruem de muito e outros ( a maioria) penam ante a ausência de quase tudo.
É que os números também enganam...
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Vitamina J

sábado, 16 de fevereiro de 2008
Até eles gostam
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
O progresso...

Qué fror ?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Será que Cavaco lhe disse: Porque não te calas?

Afinal

Hillary/ Obama

qualidades, tem garra, tem sensibilidade, tem inteligência, mas também tem desgaste, tem anticorpos e tem...Bill Clinton. Este até foi um bom presidente, mas, após um Bush filho de outro Bush, talvez os Americanos não queiram mais um Clinton depois de outro Clinton.
Ainda é cedo para extrair conclusões, mas Obama está a subir...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Timor

A ilha foi sempre caótica: Levantamentos contra as autoridades coloniais; um crisól de lutas inter- tribais e inter-clãs com devastadores efeitos demográficos; completa anarquia durante os brutais anos da ocupação Japonesa; uma cruenta guerra civil seguida pelos massacres e subjugação indonésia durante um quarto de século. Quando os Timorenses, finalmente, tiveram oportunidade de eregir o seu Estado, o mundo apercebeu-se que não tinham nem habilidade, nem competência nem interesse em sarar as feridas do passado. As Nações Unidas, Portugal e outros dadores por ali têm mantido centenas e centenas de assessores mas, a verdade é que os Timorenses têm regredido. voltaram de novo ao estádio original e genuino: O de caçadores de Homens e cabeças. Ali não há Estado, nem Governo, nem Autoridade, nem leis, nem Tribunais.
A inveja

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
E ficou com calos nos dedos...

Solidão

domingo, 3 de fevereiro de 2008
Nobel do quê ?
Sai o politico. A politica mantem-se.

O enfoque está na saúde. Depois do encerramento de tantos serviços de saúde, o colorário natural foi o encerramento da acção do Ministro. Pois parece que o seu designio estava concluido, não havendo muito mais para encerrar.
Respeito obviamente, o Dr. Correia de Campos, mas " jamé" ( onde é que eu já ouvi isto ?) me revejo na sua acção. As coisas não estavam bém. Mas hoje em dia estão pior. Sentem-se pior os pacientes. Sentem-se pior os médicos e os enfermeiros e todos os outros profissionais de saúde. Em suma a saúde está deveras muito doente. Está cada vez mais longe dos cidadãos. Está cada vez mais lenta e proporcionalmente mais cara.
É natural que agora haja um sentimento de alivio por parte dos cidadãos, principalmente pelo facto de a actual Ministra ter contestado as medidas do seu antecessor o que poderia ser um bom pronúncio não fossem as regras da aceitação da pasta estarem já delinhadas... Por isso, nada de euforias porque as medidas que foram anteriormente tomadas foram obra da politica do governo ou seja foi a politica imposta ao Ministro. Assim desengane-se quem pensa que alguma coisa vai mudar, porque não vai. Apenas vamos assistir a uma mudança de estilo, menos arrogante, mais pacifica, mais aberta ao diálogo. Quanto á substância essa fica intacta.
No fundo, o que o governo pretende não é uma mudança politica; pretende apenas e só que se esqueça o politico. Irá o povo esquecer ? Não acredito.
Experiência a repetir
